La OLA con renovación de Autoridades

03En el marco de los congresos denominados IV Congreso Internacional de Ciencias Económicas y X CONAMCECA, Congreso de Administración de México, Centro América y el Caribe, llevados a cabo en la ciudad de San Salvador, El Salvador C.A. organizados por la Universidad Dr. Andrés Bello y cuya Vicerrectora, la Dra. Ana Marta Moreno de Araujo, asumió como la actual Presidenta de la Organización Latinoamerica na de Administración.

En el acto de Traspaso de Mando se tomó juramento además de la nueva Presidenta a los miembros de la Comisión Directiva Adm Rolando Irisarri, actual Tesorero y la Dra. Patria Fernández, actual Vicepresidenta de la Zona Norte. Tomó juramento a los miembros la Adm. Maura Lucía Olazar, Presidenta saliente de la OLA, quien pasa a integrar la Ilustre Galería de Pass Presidentes para el engrandecimiento de la historia de la OLA. Muchas felicidades y éxitos a los integrantes de la actual Comisión Directiva.

 

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Comunicación Empresarial, por PHD Idalberto Chiavenato

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Nossos ancestrais.

Desde a longínqua idade da caverna – quando nossos ancestrais juntavam-se como podiam para se defender das agruras de um meio ambiente inóspito e das ameaças dos predadores de plantão – até os nossos tempos atuais, a comunicação sempre constituiu o mais importante meio de integração ou de dissensão; de colaboração ou de conflito; de cooperação ou de competição. Quase sempre a comunicação mais juntou do que separou, a ponto de se tornar a habilidade humana que ajudou a superar a condição animal e a tornar o ser humano um ente social que se distanciou intelectualmente dos demais seres vivos do planeta. Passados tantos milênios, vemos que os mecanismos elementares de comunicação – sons, gestos, expressões e atitudes – ainda são basicamente os mesmos e o aparato humano básico – o cérebro, sistema nervoso, fala, audição, visão, etc. – também ainda se mantém o mesmo. Nestes aspectos, pouco nada mudou na estrutura cognitiva da espécie humana desde o seu surgimento. Continuamos os mesmos de antes, ou quase os mesmos, salvadas algumas melhorias cosméticas e superficiais, embora importantes.

Mas, em que será que o ser humano mudou em toda a sua longa trajetória nestes 200.000 anos desde sua mutação genética que o separou dos seus ancestrais? O fato de ter um cérebro maior e mais sofisticado e um polegar móvel capaz de apreensão foi crucial. Mas, será que a longa história da humanidade trouxe realmente uma melhoria progressiva no velho e usado processo comunicativo? O ser humano é tão forte em algumas coisas e ao mesmo tempo tão frágil em outras. A comunicação sempre oscilou entre seus pontos fortes e fracos, como a subjetividade subjacente, diferenças individuais e culturais, prejuízos e preconceitos, efeitos de hallo, superficialidade e a dificuldade de compreender a outra parte. E todos estes aspectos são ingredientes que trazem forte ruído e entropia no processo comunicativo, reduzindo dramaticamente a sua eficiência e eficácia. Tanto os meios utilizados, como os fins almejados.

As formas criativas de comunicação.

Apesar de todas as sofisticações proporcionadas pela arte (a comunicação através da literatura, poesia, música, pintura, escultura, teatro), pela mídia moderna (internet, livros, revistas, jornalismo, rádio e TV, entretenimento), pelo magistério (a transmissão do conhecimento e da cultura), pelas redes sociais ou pela política (a incessante busca de poder, apoio e consenso) parece que ainda estamos engatinhando no processo comunicativo apesar de toda a tecnologia avançada, a profunda e inegável influência da comunicação na vida pessoal, social e organizacional e do fato de que ela constitui um aspecto central na maioria das atividades humanas, sociais e organizacionais.

A importância da comunicação corporativa.

A comunicação representa um aspecto extremamente amplo tanto na vida das pessoas, grupos sociais, como na das organizações. Estima-se hoje que a comunicação cobre mais de três quartos da vida ativa de cada ser humano. Os gestores e administradores usam-na em todo o seu amplo círculo de relacionamento em maiores proporções no seu tempo de trabalho nas organizações, algo ao redor de 80% ou mais, lendo relatórios, e-mails, telefonemas, reuniões, andanças pela empresa ou clientela, trocando ideias, ouvindo sugestões, fixando metas e objetivos, dando feedback, avaliando desempenho e resultados. Hoje, o processo de intercambiar e processar informação significa uma atividade constante e ininterrupta seja na vida individual, social ou organizacional. Principalmente na atividade administrativa.

A complexidade do processo comunicativo.

A comunicação, no entanto, é muito mais do que isso. Ela é o cerne de toda atividade viva. Mesmo os sistemas físicos requerem comunicação entre suas partes integrantes para poderem funcionar bem e alcançar seu estado sólido e integrado. É a comunicação que proporciona o holismo e a sinergia dos sistemas vivos. É ela que constrói e permite a autopoesis e a auto-organização inteligente. Sem comunicação – no sentido específico da física quântica – não se poderia falar em caos e complexidade.

A comunicação organizacional.

De um ponto de vista macroscópico, as organizações são, hoje, entendidas como organismos – entidades vivas que são estreitamente dependentes do comportamento sinérgico de suas partes. Elas existem menos em ação do que em interação. Como organismos, as suas cadeias de associações consistem de pequenos e aparentemente desconectados sistemas que se ajustam juntos para compor partes de uma rede viva e integrada, utilizando complexos mecanismos de retroação para coordenar e viabilizar a colaboração interna.

As organizações – como sistemas vivos – existem porque cada parte comunica-se livremente com todas as outras e porque encorajam suas interações para serem dinâmicas, locais e com isso evoluem continuamente ao invés de serem estáticas, estáveis e permanentes. Toda a energia organizacional é transmitida através de relações, processos e comunicações como meios de enfatizar objetivos comuns, estratégias, promessas, compromissos e interações.

Os progressos científicos.

O MIT – Masachussets Institute of Technology – salienta que as três principais forças de transformação do mundo contemporâneo são o progresso tecnológico principalmente na área da tecnologia da informação, a digitalização e as novas frentes de inovação: em produtos, serviços e em processos. Todas elas dependendo fortemente da comunicação como processo integrador. Dai, decorre a revolução digital estimulando o acesso à informação e a expansão exponencial das redes sociais como poderosas ferramentas de comunicação.

O cerne da comunicação.

Mas, afinal, o que vem a ser a comunicação? Muitas definições utilizadas na literatura administrativa enfatizam o uso de símbolos, letras, números e imagens para transmitir significado da informação. Para muitos autores, a comunicação representa a compreensão não apenas do visível e supérfluo, mas do invisível e profundo. Os elementos profundos e simbólicos envolvidos na cultura é que proporcionam o significado para o processo visível de comunicação. Para outros autores, a comunicação é um processo pessoal que envolve o intercâmbio de comportamentos. Para outros, a comunicação não depende da tecnologia, mas fundamentalmente das forças nas pessoas e nas situações envolvidas. Ela é um processo que ocorre dentro das pessoas em diferentes ocasiões. Essa perspectiva pessoal na comunicação alega que as pessoas tendem a assumir o conhecimento que as outras pessoas têm e comunicam-se nessa mesma base. A aprendizagem depende disso. Entretanto, a comunicação pode ter outras implicações mais amplas.

Alguns autores enfatizam que o significado mais importante que as pessoas compartilham com outras é transmitido pelo comportamento. O intercâmbio de comunicação entre pessoas proporciona a maneira pela qual elas se influenciam reciprocamente. Em outras palavras, os comportamentos são vitais para o processo de comunicação e o intercambio pessoal e comportamental da comunicação assume muitas formas, desde a comunicação não-verbal, passando pela comunicação interpessoal até a comunicação massiva através da mídia e da tecnologia. A retroação (feedback) é sempre fundamental, pois torna a comunicação um processo de duas vias que se realimenta natural e espontaneamente.

Além disso, comunicação tem a ver com as influências externas que recebemos através da sensação e da percepção. Tem a ver com os processos internos – como interpretação, compreensão, significado, atribuição, atenção. E tem a ver com as influências externas que provocamos em nossos semelhantes – como influenciação, liderança, motivação, sugestão, emulação. Mas, acima de tudo, a comunicação tem a ver com relacionamento, interação, conectividade, convivência, coesão, compartilhamento, cooperação, comprometimento, aprendizado, mudança, inovação e, também com ética, transparência e responsabilidade.

Comunicação é sinergia, assim como também pode ser entropia. Pode ser positiva, como também ser negativa. Pode retratar amizade e aproximação, como pode retratar antipatia e rejeição. Entendimento e desentendimento. Paz e guerra. Bem ou mal. Comunicação é tudo o que leva a transmitir, receber, processar ou compartilhar significados que redundam em crescimento e desenvolvimento pessoal ou em barreiras, filtros e fronteiras que inibem tal crescimento e desenvolvimento. Afinal, comunicação é o problema ou é a solução? É preciso saber transformá-la em ação positiva e construtiva.

A subjetividade e contingencialidade na comunicação humana.

A comunicação depende de pessoas no seus diversos estratos individuais, sociais e organizacionais. Ainda mais sabendo que os estratos sociais e organizacionais se fundamentam na comunicação humana. Por esta razão ela é fortemente subjetiva como também pode ser extremamente rica e profunda. E até mesmo objetiva. No fundo, comunicação é algo complicado pois tem a ver com nossos processos mentais e intelectuais, com diferenças individuas, sociais e culturais. Além disso, tem a ver com diferentes situações e diferentes contextos culturais em que ela ocorre, estando sempre envolta em forte variabilidade e contingencialidade. Dai seu enorme desafio: como buscar a constância em um contexto tão diverso como uma verdadeira torre de Babel onde idiomas, culturas, valores, pressupostos, nacionalidades e expectativas são tão diferentes? Seria o mesmo que tentar reduzir o caos do caos.

Por todas estas razões, precisamos clarear um pouco a nebulosa concepção que em nossos íntimos temos sobre a comunicação – nos seus diversos estratos individuais, sociais e organizacionais. É preciso descomplicar essa complicada área do conhecimento humano que tanto pode alavancar e incentivar como pode restringir e limitar a convivência humana dentro e fora das organizações.

Para tanto, precisamos analisar o sistema de comunicação em sua essência e conhecer seus elementos básicos, como na figura abaixo.

 

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O processo de comunicação e seus elementos básicos.

O processo de comunicação envolve necessariamente um emissor (pessoa ou organização que emite uma mensagem), um transmissor (o elemento que capta, codifica e transfere a mensagem, como a voz, e-mail enviado, telefone, computador, relatório, propaganda), um canal (o mercado, a linha telefônica, o espaço entre emissor e destinatário), o receptor (o elemento que acessa e decodifica a mensagem, como o e-mail recebido, telefone, computador, relatório, propaganda visualizada) e destino (a pessoa ou organização a quem a mensagem é enviada). Envolvendo todos esses elementos existe o ruído, quase sempre na forma de interferências indesejáveis que tendem a deturpar e alterar de maneira imprevisível as mensagens transmitidas. Essas perturbações podem estar presentes nos componentes do sistema, como defeitos no transmissor ou receptor, ligações inadequadas nos circuitos, etc. O processo funciona como um sistema. Sua eficiência ocorre na medida em que todos os elementos constituintes funcionem perfeitamente bem, o que nem sempre acontece. E sua eficácia depende da mensagem ser recebida e perfeitamente compreendida pelo destinatário. Se ele não a entendeu, a comunicação não aconteceu.

Diapositiva2 A comunicação eficiente e eficaz.

Neste aspecto, há que se lembrar que todas as pessoas e organizações são ímpares e com enormes diferenças individuais. As pessoas – e as organizações – dispõem de padrões de referência peculiares em função dos fenômenos da sensação e percepção que definem a cognição, isto é, a maneira pela qual elas tomam conhecimento de pessoas, objetos ou situações. Assim, quando uma pessoa – ou organização – transmite uma mensagem, ela o faz de acordo com seu padrão de referência e quando o destinatário a recebe ele a interpreta segundo o seu padrão de referência. Dai, a subjetividade da comunicação devido aos diferentes padrões de referência entre emissor e destinatário.

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E, sobretudo, eliminar ou minimizar os efeitos das barreiras que surgem intempestivamente e que impedem ou modificam o processo de comunicação.

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Mas, além dos diferentes padrões de referência existem outras barreiras à comunicação humana, como na figura abaixo.

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E ainda barreiras pessoais, físicas e semânticas, como na figura abaixo.

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Assim, em todo sistema de comunicação a fonte serve para fornecer mensagens, o transmissor opera nas mensagens emitidas pela fonte, transformando-as em forma adequada ao canal. O canal leva a mensagem sob a nova forma para um local distante. O receptor procura decifrar a mensagem gravada no canal e a transforma em uma forma adequada ao destinatário. O ruído – através de idiomas diferentes, problemas de prolação, linhas cruzadas, ambiente barulhento, interrupções, interferências, problemas auditivos perturba a mensagem no emissor, transmissor, canal, receptor e destinatário sob várias maneiras. A partir dai, podemos generalizar o sistema de comunicação a partir do princípio de que a função macroscópica das partes é a mesma para todos os sistemas, sejam humanos, sociais ou organizacionais.

Em síntese, conhecer as bases fundamentais do sistema de comunicação nos permite corrigir e melhorar cada um de seus elementos e proporcionar eficiência e eficácia necessárias para que a comunicação – individual, gerencial ou organizacional – seja corretamente distribuída e compreendida por todos. E, se possível reduzir a enorme deficiência tanto nas comunicações humanas como nas organizacionais que encontramos ainda em nossos dias.

PHD Idalberto Chiavenato

FIA 2015 – XIV Forum Internacional de Administración Río de Janeiro

 

Presentaciones del Forum Internacional de Administración 2015

Mas presentaciones

FIA-2015

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15 claves del éxito de un buen Administrador

1) Un buen Administrador es un verdadero líder de su equipo de trabajo, que motiva y estimula a su gente.

2) Un buen Administrador es una persona auto motivada, positiva, disciplinada, comprometida y competente.

3) Un buen Administrador se rodea de gente entrenada, comprometida con su propio crecimiento y competente para realizar su trabajo.

4) Un buen Administrador reporta y saca de su equipo a los mediocres, cuando éstos no muestran interés en mejorar

5) Un buen Administrador piensa, analiza y busca oportunidades para mejorar más y más el servicio al cliente.

6) Un buen Administrador vigila y hace lo necesario para que las instalaciones a su cargo estén en óptimas condiciones. Es meticuloso con el orden, el aseo, el ornato y la presentación intachable hasta de los rincones que los clientes no miran.

7) Un buen Administrador motiva y supervisa para que cada uno de los miembros de su equipo estén siempre bien presentados, bien aseados, con sus ropas en excelente presentación, incluso aquellos que no tratan directamente con el cliente.

8 ) Un buen administrador es el primer experto en el producto de su negocio y logra que cada miembro del equipo también lo sea.

9) Un buen Administrador está permanentemente atento a las existencias de su negocio, se asegura de que los inventarios sean óptimos.

10) Un buen Administrador tiene claras sus metas, conoce cuál es su factor económico clave de éxito y se concentra en alcanzarlo.

11) Un buen Administrador reúne cada semana a su equipo de trabajo, les toma opinión, escucha respetuosamente sus criterios y sugerencias. Con ellos establece un plan acción para mejorar su negocio y llevarlo a grandes alturas.

12) Un buen Administrador logra crear un ambiente de trabajo estimulante, donde la gente desea llegar al trabajo, un ambiente donde cada uno desea alcanzar más ventas y más ganancias para su negocio.

13) Un buen Administrador sabe que su propio crecimiento y el de su equipo está unido al crecimiento de la empresa. Una empresa más exitosa, ofrece mejores condiciones de trabajo para su gente, seguridad económica, crecimiento profesional y estabilidad laboral.

14) Un buen Administrador sabe con precisión qué es lo que desea su cliente y sabe de qué manera su negocio lo está ofreciendo con calidad, servicio y precio justo, mucho mejor que la competencia. Sabe que su meta más importante es satisfacer esas necesidades y expectativas del cliente.

15) Un buen Administrador alcanza las metas que le ha establecido la empresa, y logra más que eso. Sobrepasa todas las expectativas.

¡¡¡ADMINISTRADOR!!!

Somos gestores del cambio y creadores de oportunidades, no importa si eres administrador por profesión o por vocación, aquí lo importante es reconocer nuestra labor y compromiso ante la sociedad.

A un Administrador no lo hace su título, el dinero que tenga en el banco o los conocimientos en su cabeza, ¡no señores! a los administradores se les reconoce por ser visionarios y liderar proyectos con un objetivo claro: cambiar el mundo.

Allá donde exista un administrador, ten por seguro que habrá cambios y progreso. Esa es nuestra labor: hacer de este, un mundo mejor… No lo olvides.

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